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domingo, 15 de janeiro de 2012

Documentário REVERSO

"Reverso: retire  o Decreto nº 0-001/2011 de nossas vidas" é um documentário produzido pelo DECA/PROEX-UERN, Marcha Mundial das Mulheres e STTR de Apodi, sobre o polêmico projeto de irrigação proposto pelo DNOCS, que poderá desapropriar mais de dez mil hectares na região da chapada de Apodi, desabrigando centenas de famílias assentadas.
Por Agnaldo Fernandes - Fonte: Notícias do Campo

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Vídeos da 3ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres

Dilma ressalta a importância da 
Secretaria de Políticas para as Mulheres:

Organização da Conferência:

Objetivos da Conferência:


Debates da Conferência:

Ministra Iriny Lopes recebe Michelle Bachelet:

Opiniões de blogueiras feministas:

Show de Zélia Duncan:

Grupos de trabalho:

Plenária final:

Balanço da Conferência:

sábado, 26 de novembro de 2011

16 dias de ativismo: fim da violência contra a Mulher!


21ª Campanha Internacional:
16 dias de ativismo pelo fim da violência de gênero

Escolhida para ter início e fim em dois dias emblemáticos, começando pelo Dia Internacional pelo combate à violência contra as mulheres (25 de novembro) e terminando no Dia Internacional dos Direitos Humanos (10 de dezembro), a 21ª Campanha Internacional: 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres apresenta como tema, neste ano, a questão do militarismo e seus impactos na vida das mulheres, e busca o fim da violência.

O lema da campanha deste ano é "Da paz no lar, até a paz no mundo: Desafiemos o militarismo e acabemos com a violência contra as mulheres". Três dimensões da violência estatal contra as mulheres serão abordadas mundialmente: a violência sexual que frequentemente ocorre durante e depois dos conflitos; a violência sexual e a violência com base no gênero cometida por agentes do Estado, mais especificamente pela polícia e pelas forças armadas; e a violência política contra as mulheres, que pode ocorrer antes, durante e após as eleições.


No Brasil, o foco central da campanha este ano é a busca pela celeridade nos inquéritos policiais e processos, além da sensibilização da população sobre a importância das denúncias dos casos de violência contra mulheres.
Segundo informações do Ministério da Justiça, o Brasil ocupa o 12º lugar no ranking que contabiliza os maiores números de mulheres assassinadas. De 1998 a 2008, foram registradas 42 mil mulheres assassinadas.
Pesquisando para essa postagem, descobri alguns vídeos da campanha em Juina/MT, onde à frente da prefeitura está o PT e tem, em sua composição, a vice-prefeita, a chefe de gabinete e três secretárias municipais. Toda a cidade está mobilizada na campanha dos 16 dias de ativismo e as mulheres da prefeitura, além do prefeito, para dar início a essa mobilização, gravaram vídeos para sensibilização de toda comunidade local pelo fim da violência contra as mulheres.
Neliane Cunha

Fontes:
Site Observatório Brasil da Igualdade de Gênero:  
Site da CUT/DF:
Prefeitura de Juina/MT:










segunda-feira, 3 de outubro de 2011

MeDo dE QUê?

Esse é um dos vídeos que fez parte do kit anti-homofobia do MEC. Infelizmente, por todos as ações preconceituosas de representantes dos clãs homofóbicos, o material educativo não foi levado adiante.


A história se passa com um rapaz bissexual que vive os conflitos entre atender às expectativas da família e de amigos, ou de seguir seu desejo.

MEDO DE QUÊ?
PARTE 1

MEDO DE QUÊ?
PARTE 2

ErA uMa Vez... OuTRa MaRIa

Vídeo educativo de 20 minutos que apresenta, com reflexão e criticidade, experiências comuns às mulheres, abordando assuntos como saúde sexual e reprodutiva, violência, gravidez, maternidade e trabalho. 

ERA UMA VEZ OUTRA MARIA
PARTE 1


ERA UMA VEZ OUTRA MARIA
PARTE 2


domingo, 25 de setembro de 2011

A imagem da mulher na mídia



Imagem da Mulher na Mídia

Para mulheres, mídia retrata mal a figura feminina Pesquisa da Fundação Perseu Abramo e do Sesc aponta que classe feminina se sente desrespeitada com a exibição de corpos na publicidade e na TV
Bárbara Sacchitiello - 01 de Março de 2011 às 08:09

Para o público feminino da pesquisa, imagens e campanhas com belas mulheres acabam prejudicando a classe feminina
Os homens até podem apreciar ver rostos e corpos de belas mulheres na TV, em peças publicitárias e na mídia em geral. Mas, para as mulheres, tal exibição, além de nem um pouco atrativa, contribui para uma desvalorização da classe feminina.

A conclusão faz parte da ampla pesquisa “Mulheres brasileiras e gêneros nos espaços público e privado” – elaborada pelo Instituto Perseu Abramo em parceria com o Sesc de São Paulo. Elaborado no ano passado, o estudo faz uma análise das opiniões e percepções femininas acerca de diversas vertentes da sociedade. A ideia foi fazer um complemento à pesquisa realizada no ano de 2001, mas inserindo novos temas e contanto, também, com o contraponto das ideias masculinas – uma vez que, além de 2.365 mulheres, 1181 homens também foram entrevistados.

Um dos temas abordados neste ano foi a opinião das mulheres a respeito da imagem que a mídia (veículos e também a publicidade) faz da figura feminina. E os resultados mostram que a grande maioria está descontente com a exposição do corpo feminino. De todas as entrevistadas, 80% consideram ruim a exposição do corpo na TV e na publicidade. Há nove anos, na pesquisa anterior, esse índice era de 77%.

Dentre as pesquisadas que desaprovam o excesso de exibição feminina, 51% consideram que valorizar o corpo implica um subjulgamento geral da figura da mulher. Somente 18% das mulheres consideram adequada a exibição de sua classe na TV e nos outros meios.

“Esse índice mostra um amadurecimento da reflexão sobre a imagem da mulher. O percentual de desaprovação já era alto em 2001 e agora, cresceu mais. Isso mostra que elas estão conscientes de que a mídia, muitas vezes, impõe padrões que não são reais e que não representam a figura feminina”, argumenta Gustavo Venturi, professor do departamento de sociologia da Universidade de São Paulo e um dos coordenadores da pesquisa.

Outro dado interessante da pesquisa é que a grande maioria das mulheres (74%) é a favor de algum tipo de controle (governamental ou do próprio mercado) sobre o teor do conteúdo exibido pela publicidade e pela mídia. “Esse índice nos causou bastante surpresa porque é comum a sociedade reagir de maneira negativa a qualquer possível ideia de controle ou censura”, pontua o pesquisador.

Fonte: 
http://observatoriodamulher.org.br/site/index.php?option=com_content&task=view&id=2548&Itemid=44

sábado, 24 de setembro de 2011

Sobre o medo, por Mia Couto


O escritor Mia Couto nos fala sobre o medo, numa conferência que tratava de segurança, em Estoril. Mia disse muitas coisas sem a necessidade de discursar. Fala sem a pretensão de convencer e, do seu modo, sem apelar a chavões ou tentar diminuir o outro. O medo se tornou uma companhia indesejável para a maioria.




Quem é Mia Couto:


António Emílio Leite Couto (nascido em Beira, 05 de julho de 1955), é biólogo e escritor moçambicano. Filho de portugueses que emigraram a Moçambique em meados do século XX, com quatorze anos já teve alguns poemas publicados no jornal Notícias da Beira e, três anos depois, em 1971, mudou-se para a capital Lourenço Marques (agora Maputo). Iniciou os estudos universitários em Medicina, mas abandonou a área no terceiro ano e passou a exercer a profissão de jornalista em 1974. Trabalhou na Tribuna até a destruição de suas instalações em 1975, por colonos que se opunham à sua independência.


Foi nomeado diretor da AIM - Agência de Informação de Moçambique, formando ligações de correspondentes entre as províncias moçambicanas durante a Guerra de Libertação. Depois trabalhou como diretor da revista Tempo até 1981. Em 1983, publicou seu primeiro livro de poesia, Raiz de Orvalho. Continuou a carreira de diretor no jornal Notícias até 1985. Dois anos depois, demitiu-se do cargo para continuar os estudos universitários na área de Biologia.


Além de ser considerado um dos escritores mais importantes de Moçambique, Mia é o escritor moçambicano mais traduzido no mundo. Em muitas de suas obras, o escritor tenta recriar a língua portuguesa com influência de sua cultura, utilizando o léxico de várias regiões do país e produzindo um novo modelo de narrativa africana.


Terra Sonâmbula, seu primeiro romance, publicado em 1992, ganhou prêmios e foi considerado um dos doze melhores livros africanos do século XX em Zimbábue. Divide-se entre a biologia e os livros. É biólogo por profissão e foi co-fundador em 1996 e hoje trabalha na Impacto, uma empresa de estudos ambientais. 


Fontes: 


Blog O CHEIRO DA ILHA:
http://ocheirodailha.blogspot.com/2011/09/sobre-o-medo.html?spref=fb


Wikipédia - Mia Couto:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mia_Couto